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15 princípios de UX que todos deveriam saber


Reunimos aqui 15 princípios básicos de design de UX, com alguns que também envolvem UI. Use esse post como uma checklist para quando iniciar um projeto ou reavaliar um projeto já criado.




# 1 — Foco nas necessidades reais dos usuários


O que importa são as necessidades dos usuários reais, e não o que você pensa. Você pode achar que um design é brilhante, mas não significa nada se você não fizer parte de um público-alvo. O próprio conceito do design de UX impõe que o trabalho do designer é centrado na interação “usuários - produto”. Isso significa que é fundamental entender se nosso público-alvo está satisfeito com o produto.



Testes de UX esclarecem se a usabilidade de um produto é clara, se há algum problema e por que eles ocorrem. Durante a pesquisa, os entrevistados são questionados e tem suas ações observadas.



# 2 — Explique o que está acontecendo


As pessoas preferem saber o que está acontecendo e o que esperar depois de suas ações. Jacob Nilsen afirma que quanto mais previsível for a interação com o produto, mais credibilidade ele conquista junto aos usuários. E isso leva a uma melhor experiência do usuário.


A ideia é que os usuários não precisem adivinhar o status do sistema. Basta olhar para a interface para entendê-la.



# 3 — Siga os padrões na interface


Faça com que a interface do seu produto pareça análoga. Não invente a roda, apenas siga os padrões. Você pode pensar que esse tipo de pensamento não se explora a criatividade. É verdade. Mas se explora o atenção aos usuários. L


Quanto mais usuários conhecerem a interface, mais rápido eles usarão seu serviço. Eles não precisam aprender a usar seu produto, ninguém quer perder tempo. Ben Schneiderman e Jakob Nielsen acreditam que o início fácil e a consistência da interface melhoram a experiência do usuário. E Bruce Tognazzini acrescenta: “A moda [e a beleza] não deve vencer a usabilidade”.


# 4 — Fuja dos erros


Às vezes, as mensagens de erro que o usuário recebe ao interagir com um produto não são mensagens de erro reais. Muitas vezes, eles apenas mostram ao usuário o sistema que ele está usando:


  • não é flexível o suficiente para fazer o que o usuário precisa

  • não é inteligente o suficiente para mostrar os limites das ações do usuário

  • é arrogante o suficiente para pensar que o usuário é um tolo e pode ser pressionado


Existem 2 tipos de erros: erros de gravação e erros reais

  • erros de gravação acontecem por má vigilância e desatenção

  • erros reais acontecem quando o usuário não sabe o que fazer e o design não é amigável o suficiente


Evite erros de gravação


Crie limites para ações e reduza a operação incorreta inadvertida. Por exemplo, você pode 'aumentar' a distância entre os botões “Salvar”, “Excluir” e “Sair sem salvar”.


Evitar erros


Não faça seus clientes memorizarem suas ações. Dê a eles todas as informações necessárias e deixe-os cancelar suas ações.


Se eles não puderem evitar o erro, crie uma mensagem clara sobre isso:


  • diga a eles o que estava errado, usando a linguagem de seus clientes (evite os padrões complexos de frases)

  • oferecer qualquer ajuda




# 5 — Reduza a Carga de Informações


Às vezes, queremos contar mais sobre nosso produto, então colocamos todas as informações em nosso site. Muita informação. E nossos clientes precisam absorver todas essas informações. Mas Jakob Nilsen acha que devemos mostrar o que precisa ser mostrado no momento certo. É assim que reduzimos a carga de informações: forneça informações aos poucos, peça por peça.


Cada informação chama a atenção do usuário, então podemos dizer que as partes competem entre si. E os usuários podem perder algo importante. Isso não significa que devemos reduzir drasticamente todas as informações, mas devemos nos concentrar nas necessidades dos usuários e fornecer apenas informações importantes. Deixe fluir.




# 6— Acessibilidade


O ponto crítico do design é a acessibilidade. Cerca de 1 bilhão de pessoas no planeta têm diferentes tipos de doenças. E sete em cada dez usuários com deficiência deixam um site se não estiver adaptado para eles. Isso é muito. Portanto, desenvolva um design que também seja adequado para pessoas com limitações físicas. Pense na idade dos usuários, especificidade cultural, limitações físicas, etc.


Por exemplo, use cores contrastantes para o conteúdo do seu layout. Ele ajuda os usuários com deficiência visual a ler textos na tela. Olha o Slack.



# 7— Reconhecimento x Recuperação


Seus usuários não precisam se lembrar das informações de diferentes partes da interface. Isso só vai irritá-los e desperdiçar seu tempo. Os elementos da interface devem estar visíveis, portanto:


  • permita que os usuários reconheçam as coisas, não as lembrem.

  • ajude os usuários quando for necessário, para que eles não precisem memorizar.

  • reduza informações menores.


# 8— Dê o controle


Para reduzir o medo dos usuários de cometer erros fatais, ofereça a eles uma “porta de emergência”. Quando as pessoas podem desfazer as ações, elas gostam do seu produto. Então eles têm a sensação de que não podem errar, sempre há uma saída de emergência.




# 9— Hierarquia Visual


Crie uma boa construção visual, para que os usuários possam escanear a interface. Construa a construção visual usando diferentes fontes, cores, etc. e definindo prioridades. Sempre siga a regra da consistência.




# 10— Siga o conceito do modelo mental


Esse conceito nos diz que os usuários pensam sobre o mundo e agem com base em seus modelos mentais. Seguir esse conceito ajuda os designers a pensar e agir como os usuários e a criar produtos intuitivos e amigáveis.




# 11— Arquitetura da informação


A arquitetura da informação ajuda os usuários a “olhar para o chão” enquanto usam seu site. Assim, eles podem entender facilmente onde estão e quais passos tomar. Organize seu site de forma que facilite a navegação.




# 12— Contexto do usuário


Mesmo que o design seja impressionante e o conteúdo seja bem pensado, seu produto ainda pode decepcionar os usuários. Portanto, tenha em mente que o contexto é importante. O princípio do contexto contém:


  • localização

  • Estado emocional

  • o momento em que o usuário trabalha com seu produto

  • pessoas que cercam o usuário

Portanto, lembre-se de que a situação em que o usuário está sentado no sofá enquanto navega em seu site não é o mesmo contexto de quando ele faz isso caminhando.




# 13 — Simplicidade é uma obrigação


O design simples e eficaz é mais importante do que as decorações. Portanto, continue testando seu produto. Quando falamos de iPhones, concordamos que esses produtos são simples e ainda eficazes.




# 14 — A linguagem


Fale com seus clientes usando a linguagem deles. Quando sua interface “fala” usando uma linguagem complexa, irrita as pessoas. Linguagem simples significa que seu produto é amigável, e isso é muito importante. A própria vida é complicada demais, a ideia é projetar produtos de forma que ajude nossos usuários a obter o que desejam quando navegam em nossos sites.



# 15 — Crie uma personalidade


Crie uma personalidade para o seu site ou app. Isso ajuda as pessoas a se conectarem com seu produto e a entendê-lo melhor. O que seu produto diz para seus clientes? Que características humanas ela possui? Deixe a personalidade do seu produto brilhar através de seus visuais, texto, cores, AI.

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