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  • Foto do escritorLuis Piccardi

5 dicas importantes da comunicação não verbal

O tempo todo usamos a linguagem não verbal, mas praticamente o tempo todo, sem nem repararmos. É algo espontâneo e automático, mas é possível manter-se consciente se você começar a observar o comportamento das pessoas, assim como os seus também. Confira estas dicas para treinar essa comunicação, melhorar as áreas em que acha que deve mudar e fazer dela uma habilidade nas suas apresentações.



Seja um bom observador


Primeiro de tudo, reconheça que as pessoas se comunicam em vários níveis. Observe as expressões faciais, o contato visual, a postura, os movimentos das mãos e pés, o movimento e a colocação do corpo, a aparência e a passagem enquanto caminham em sua direção.

Todo gesto está comunicando alguma coisa. Acostume-se a assistir a linguagem não verbal e a capacidade de ler os sinais aumentará com a prática na sua gestão para agências.



Faça contato visual


A maneira como você se comunica com a audiência dá maior relevância para a apresentação. O contato visual é incrivelmente importante para a sua credibilidade.

Olhar as pessoas que assistem sua apresentação diretamente nos olhos e ouvir (não apenas responder) gera confiança. Sua linguagem corporal pode ter um enorme impacto na busca do seu objetivo.



Fique atento à postura


Para melhor ou pior, a comunicação não verbal pode minar as palavras reais que você diz. Tentar dizer que estão fazendo um bom trabalho ou compartilhando informações importantes pode ser anulado por uma linguagem corporal ruim que faz você parecer inseguro ou mentiroso.


Nesse sentido, uma simples postura faz a diferença. Por exemplo, se você se mantiver inclinado para trás vai parecer que deseja ficar distante mas, se ficar ereto e levemente voltado para a frente, o sentido é oposto.


Se quiser parecer amigável e deixar os outros à vontade, considere usar gestos mais sutis e ocupar menos espaço físico.




Fale com as mãos


A incorporação de gestos na conversa melhora o conteúdo verbal e resulta em uma fala menos hesitante, reduzindo preenchimentos como “um” e “aí”.




Reduza os gestos nervosos


É comum fazermos gestos que demonstram inquietação quando estamos estressados, como: balançar a perna, esfregar as mãos, girar o cabelo e outros. Quando se flagrar fazendo coisas do tipo, apoie os pés firmemente ao chão, respire fundo e apoie as mãos no colo ou nas laterais do corpo.

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